A canalha que controla a mídia no Brasil tenta emplacar uma nova terminologia para a variante do vírus chinês, colocando o nome da nossa cidade no meio. Podemos ser vítimas da incapacidade gerencial dos nossos governantes, mas não vamos nos calar diante de tamanha maleficência da Globo, Record, SBT e os jornais da canalha paulista que nos atacam. A variante do vírus é CHINÊS!

Ora, por que culpar uma cidade por algo que deveria ter sido controlado pelos nossos governantes? Quando desde o começo da pandemia se falou do perigos desse vírus maldito e do rastro de destruição que ele deixaria. É de conhecimento de todos que os governantes foram avisados pelos médicos e cientistas. Falta de conselho não foi.

As fronteiras continuaram abertas, gente indo ou voltando, pra onde bem entendesse. Férias com a família, passeios, curtição.

 

Em janeiro de 2020, pesquisadores chineses revelaram ao mundo o primeiro genoma de um vírus que começava a infectar humanos e estava até então restrito ao país asiático, o SARS-CoV-2. E, como já era esperado, a genética mostram que o vírus não é exatamente o mesmo apresentado pela primeira vez em janeiro de 2020 — ele passou por mutações, alterações frequentemente acidentais no material genético do vírus.

 

A nova variante do Amazonas, dizem eles! Agora que a conta chegou, e ela é bem cara, a mídia quer pegar Manaus para Cristo e culpar a nossa cidade pela irresponsabilidade de quem não sossegou o facho e ficou pra lá e para cá e os políticos que nada fizeram, a não ser uma lambança desenfreada e vergonhosa desde o começo da Pandemia.

 

 

E a vacina?

É tanta falcatrua, tanta bandalheira. Isso sim, deveria ganhar todos os olhares da mídia. É tanta safadeza que a juíza federal Jaiza Fraxe determinou que o Governo do Amazonas, via Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), suspenda a entrega das 132.250 doses da vacina AstraZeneca em Manaus. O mandado de intimação foi entregue nesta terça-feira (26/01) à FVS-AM para ciência e cumprimento da determinação.

 

A decisão atende a uma Ação Civil Pública dos Ministérios Públicos do Estado (MPE), Federal (MPF), do Trabalho (MPT) e Especial junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), e Defensorias Públicas da União (DPU) e do Estado (DPE), contra o Município de Manaus.

 

De acordo com o mandado da Justiça Federal, a distribuição das vacinas só poderá ser feita após o requerido, no caso a Prefeitura de Manaus, cumprir as determinações impostas, especialmente de total transparência no que se refere a programação e critérios para vacinação, devendo ainda ser divulgada diariamente a lista de vacinados, com a respectiva análise pelos órgãos autores e, em seguida, deliberação do juízo.

 

“Na cidade de Manaus, os imunizantes AstraZeneca e Coronavac serão distribuídos a qualquer momento, desde que obedecidas as regras de prioridade já estabelecidas em todo o país, não podendo haver privilégios ou desvios de qualquer espécie, sujeitando os infratores à prisão em caso de flagrante delito, na forma da lei”, salienta a juíza Jaiza Maria Pinto Fraxe.

 

Com a corda no pescoço!

As investigações sobre essas denúncias de desvio de vacinas em favor de quem não estava no grupo a receber as primeiras doses estão sendo feitas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), órgão de inteligência do MPAM. O promotor de Justiça Armando Gurgel Maia, um dos responsáveis pela investigação diz que o processo corre em sigilo, não havendo como descrever os detalhes dos passsos que já foram dados. Mas o promotor afirma que o trabalho está prosseguindo. “Estamos evoluindo cada vez mais e devemos tomar, sim, providências para aqueles que são responsáveis sofrerem as penas, as sanções cabíveis previstas na lei”, afirma Gurgel Maia.

 

O GAECO, segundo o promotor, tem usado de recursos tecnológicos para apurar os fatos ” Há toda a possibilidade, através do banco de dados públicos, de nós avaliarmos isso. Então, é um trabalho um pouco demorado, até pela quantidade de pessoas que estão sendo denunciadas praticando esse tipo de conduta. E nós temos também que avaliar não só se elas cometeram esse tipo de conduta, mas de que forma isso foi conseguido, na medida em que a custódia e administração dessas vacinas é por parte de servidores públicos”.

 

“Então, nós temos que avaliar o envolvimento inclusive de autoridades no desvio dessas vacinas, tendo em vista, que isso aí é importante que seja repercutido para a sociedade e assim sejam percebidas as coisas. É óbvio que o destino dessas vacinas é uma questão que está na primeira ordem do dia, na pauta de todos nós. Nossas vidas dependem dessas vacinas, da imunização e de outros procedimentos que vão nos livrar dessa pandemia. O MP será incansável na determinação da responsabilidade dessas pessoas, sejam elas agentes públicos ou particulares que estejam se beneficiando disso, podendo aí haver a prática de diversos crimes, como peculato nos desvios dessas vacinas, pelos servidores públicos e aqueles que estão se beneficiando desse desvio”, finaliza o promotor Armando Gurgel Maia.