Números, estatísticas, porcentagem! É isso que você se torna quando morre de Covid-19, uma mera vítima da fatalidade de uma ameaça letal e silenciosa. Pouco importa se você era um filho amado, um marido dedicado, um profissional exemplar.

Quando um inconsequente quer sair, curtir, farrear é isso que você se torna: números! É um fato inegável que há mais de um ano de pandemia no Estado, ainda tem quem viva em um ‘mundo’ onde não há o maldito vírus chinês. Então por que não chamar um amigo e fazer uma reuniãozinha; e o amigo acabar chamando outro amigo e acabar virando um festão? Ops! Ah, mas que mal tem? Nesse universo paralelo está tudo bem fazer festa todo fim de semana, reunir a galera no sítio, fazer resenha.

Mas, a verdade é que isso não passa de uma total falta de empatia, o respeito pela vida passa do nível desumano.

É uma massa negando, veemente, os 493 novos casos de Covid-19, somente neste domingo, somados aos 324.103 casos da doença no estado, mas quem está contando, não é mesmo?! São apenas números.

 

 

 

 

 

Pipa combate lotado com forrozeiros ZL dando close ou Rave com direito a DJ internacional com cachê de R$ 15 mil, muita droga e álcool, marcaram o fim de semana, enquanto você ou um familiar sufocava até a morte em um leito de hospital.