Falsos aliados detonam administração Wilson Lima abrindo caminho para a volta do Negão & Cadeirudo   

O ano de 2020 foi um Deus nos acuda. O burburinho causado pela apreensão e prisão de colaboradores do governo do Amazonas, incluindo operações contra Wilson Lima e o vice-governador Carlos Almeida, passando praticamente por todas as secretarias. Da Comunicação até a Saúde, incluindo a Educação, fazendo o que há de pior para a propaganda do governador Wilson Lima. Atacado pelos penas de aluguel de Eduardo  Braga e Amazonino Mendes, responsabilizando o paraense estagiário da Compensa pela falta d’água, energia, medicamentos, leitos, transportes e os cambaus. O flagrante pode ser constatado na mídia impressa e digital, quando a Polícia Federal entra em campo para cumprir determinações judiciais. Provavelmente a iniciativa deve ter partido de alguns pretensos colaboradores do governador, destes que adoram oferecer um presente surpresa quando são descartados da mamata governamental,  tendo em vista uma solicitação posterior, normalmente constrangedora e abusiva de um respectivo retorno. Infelizmente, os tiros tem saído pela culatra e a população – devidamente escolada com a presepada e suas ambigüidades – acaba se voltando contra o destinatário do benefício. Ou seja, toda a corja que se locupleta dos recursos públicos.

Negão e Cadeirudo

Estragos irreversíveis no governo 

A palhaçada ou patifaria é bem provável, resulta da constatação das dificuldades que atravessa o governo Wilson Lima nessa reta final de 2020 e o terror que os fornecedores de bens e serviços do atual ocupante da poltrona sentem quando se deparam com um eventual “agora cai fora que já tem outro no teu lugar”. O time do glorioso Negão, sem os recursos pródigos que historicamente manipulou para vencer a absoluta maioria dos pleitos que disputou, sentiu a falta da máquina e da plata, além do estrago irreversível que representou três derrotas seguidas em sua trajetória eleitoral. Já o time do impagável Dudu Mocorongo soltava as bombas em dose homeopáticas pra matar de raiva o conterrâneo que corria da sala pra privada quando se ventilava mais uma ação da PF no Amazonas. Ora, ora…

Paranóias contra e a favor do paraense 

Apesar disso o bafafá foi inevitável, e as pacatas ruas de Manaus, onde a colônia é grande e faz a diferença na hora de escolher quem manda uma paraense “MORRER!” e o outro lado que pontifica no altar de suas discretas e comportadas orações para o Círio que o estagiário da Compensa receba em benções o que  se transformou de uma hora para a outra, na sucursal de Belzebu e seus espíritos enlouquecidos para atender a paranoia de alguns poderosos que não suportam a luz da verdade nem a transparência da autonomia  da reflexão. Perderam todas, ora porra!

Ex-amigos e ex-aliados

Goleada na Aleam

Até então imbatível como o Flamengo de Jesus,  Wilson Lima viu seus apóstolos pularem do barco. Tomou uma goleada de 16 a 8, perdeu a presidência da Aleam, perdeu a pose e foi chorar no tapetão. De mãos dadas com Joana Darc e Alessandra Campêlo, que mais atrapalham do que ajudam, Wilson vai precisar chamar o VAR para VER se ainda tem jogo.

Joana Darc soltou os cachorros

Medo da queda e do coice 

O maior medo agora do governador é que caia na pauta outro processo de impeachment. Diferente daquele engavetado sorrateiramente, sem a maioria, um novo processo pode levar o segundo Wilson do Brasil a deixar o comando, repetindo que aconteceu lá na Cidade ex-Maravilhosa do Witzel. Para completar o pandemônio em plena pandemia, ainda há as ameaças da Polícia Federal, CGU e as atrapalhadas das abelhas que se lambusaram demais no mel. Mano, rapadura é doce, mas é tão dura que é capaz de quebrar as lentes dos dentes.

Alessandra sonhou com a presidência da Aleam, mas ficou chupando o dedo