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Buscas por Gabriel entram pelo 5º dia e nem sinal do menino

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O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas deu continuidade hoje (24/11), às buscas ao menino Gabriel de Souza Chaves que tem 11 anos e desapareceu após entrar em uma área de mata acompanhado por seus cães na comunidade Lago do Jacaré, zona rural do município de Manacapuru. Conforme a delegada Roberta Merly, titular da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Manacapuru, o fato ocorreu na tarde da sexta-feira (19/11), por volta das 17h30.

O conselheiro tutelar, Elivon Lira, que foi quem acionou a polícia, após tomar conhecimento do fato, revelou que o caso tem chamado bastante atenção, já que não há nem um sinal do garoto, nem vestígios de que ele tenha sido atacado por um animal.

“A comunidade e os familiares estão um pouco chocados com a situação, já que desde sábado, tem um monte de gente procurando, inclusive pessoas que conhecem aquela área, que pescam que caçam e ele já adentraram essa mata e até agora não encontraram a criança nem vestígios de que um animal tenha comido ele. Então eles têm levantado algumas indagações referentes a essa situação”, revela o conselheiro, que se mostra bastante desconfiado, pois as informações preliminares é que houve um desentendimento na casa, horas antes do garoto sumir.

Ainda de acordo com Elivon, o único vestígio, que foi repassado à equipe pelo tio do desaparecido, é que foi encontrado um lugar onde possivelmente Gabriel teria dormido. “Encontraram uma situação que parecia ser o local onde a criança teria dormido, porém não tinha certeza se era. Parecia ser um local onde alguém tinha feito para se agasalhar a noite”.

De acordo com o Centro de Operações Bombeiro Militar (COBOM), o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) respondeu ao chamado de busca e resgate na tarde do dia 19 de novembro. A equipe de bombeiros militares da 2ª CIBM/Manacapuru foi acionada para a realização das primeiras buscas.

Ainda de acordo com o COBOM, outra equipe de bombeiros militares especializados em busca e resgate em ambiente de selva do Batalhão de Incêndio Florestal e Meio Ambiente (BIFMA) está sendo montada para apoiar na ação.

A autoridade policial informou também, que a família alega que a criança possui deficiência mental, mas não há comprovação médica. Informes colhidos durante interrogatório com comunitários, apontam que o menino sofre agressões físicas por parte de seu padrasto.

As investigações acerca do caso estão em andamento e mais informações não podem ser repassadas.

 

Foto: Divulgação/Conselho Tutelar

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