A categoria protesta contra o aumento do preço do combustível, o marco regulatório do transporte marítimo e cobra pautas como o direito à aposentadoria especial.

A decisão sobre a greve foi tomada ainda no dia 15 de dezembro de 2020, em conselho com mais de 40 mil caminhoneiros. Apesar disso, algumas entidades específicas da categoria se disseram contra a paralisação, que gera preocupação pela possibilidade de agravar o colapso no sistema de saúde e dificultar entrega de insumos contra a Covid-19.

O presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), Plínio Dias afirma que a situação atual é pior e estima que até 80% dos caminhoneiros poderão aderir à mobilização.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro fez um apelo na tentativa de impedir a paralisação. “Não façam isso. Todos nós vamos perder. Você vai causar um transtorno na questão da economia, porque estamos vivendo uma época de pandemia”, pediu ele.