O sul de Minas Gerais foi palco de um mistério que desafia a lógica, conhecido como o Caso ET de Varginha, em 1996, antes mesmo dos encontros com as supostas criaturas, a cena foi preparada pela queda de um objeto voador com características assustadoras.
Testemunhos, revividos na série documental “O Mistério de Varginha”, descrevem a nave não como um disco prateado, mas como uma cápsula ou charuto alongado, envolto em uma névoa sombria. O objeto, visivelmente danificado em sua estrutura, parecia ter sobrevivido a um impacto violento. Mais perturbador do que sua forma era o rastro que deixou: um odor intenso e quase insuportável, pairando sobre o local onde os moradores afirmaram que o infortúnio cósmico havia se desenrolado.
A madrugada de 13 de janeiro daquele ano guarda o relato mais vívido, vindo do professor Carlos de Souza. Ele observou uma silhueta alongada, descrita como um “charutinho” do tamanho de um micro-ônibus, descendo lentamente, em um ângulo inclinado, como se estivesse lutando contra uma força invisível. A lateral do objeto estava sinistramente rasgada, expelindo uma fumaça branca que selava seu destino. Ao se aproximar do ponto de impacto, Souza não apenas encontrou o odor nauseante, mas também a presença imediata e ameaçadora do Exército. Militares armados, agindo sob ordens obscuras, bloquearam a área e silenciaram o professor com a alegação fria e perturbadora: ele havia “visto demais”, transformando a curiosidade em um segredo de Estado.
O mistério se aprofundou com outros avistamentos noturnos. Eurico de Freitas e sua esposa descreveram um objeto “esfumaçado”, semelhante a um submarino, pairando a poucos metros do chão na escuridão do dia 20 de janeiro. Durante 40 minutos agonizantes, a criatura tecnológica, maior que qualquer veículo conhecido, deslizou lentamente sobre o pasto, assustando o gado e aterrorizando as testemunhas.











