Na saída da delegacia, o vigilante Emerson Mendes afirmou que atirou em Alana Arruda por se sentir ameaçado. Ao falar com a imprensa, ele disse que os conflitos com a vizinha eram constantes e que decidiu agir antes que algo pior acontecesse.
“Ela falou que só ia se aquietar quando me matasse. Eu sou pai de família, eu não ia esperar”, declarou Emerson, enquanto deixava a unidade policial para ser levado à audiência de custódia. Ele voltou a sustentar a versão de que agiu em legítima defesa.
O irmão do suspeito, Diego Mendes, também se manifestou e disse que Emerson estava emocionalmente descontrolado no dia do crime. Segundo ele, a situação se agravou ao ver Alana tentando arrombar o portão da casa. “Ela continuou insistindo na confusão, continuou insistindo na ameaça e ele ficou paranoico com isso e acabou fazendo uma besteira”, afirmou. Diego ainda alegou que a vítima “possivelmente tinha envolvimento com facção” e fazia apologia ao crime nas redes sociais.
Alana Arruda foi morta com um tiro na cabeça na tarde de quarta-feira (28), no bairro Betânia, em Manaus, após mais uma discussão entre os vizinhos. Emerson foi preso em flagrante e responderá por homicídio qualificado. A Polícia Civil segue investigando o caso.
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