Na manhã desta terça-feira (20), em um terreno baldio na rua Paraíso Tropical, no bairro Tarumã, o silêncio de uma empresa aparentemente desativada foi rompido pelo encontro de um cadáver. O corpo, oculto entre a vegetação e o esquecimento das proximidades da Avenida do Turismo, já não possuía rosto ou identidade imediata, restando apenas o mistério de uma vida interrompida.
O avançado estado de decomposição da vítima impôs um véu de incerteza sobre a cena do crime, impossibilitando até mesmo a identificação de marcas de violência a olho nu. O relógio biológico da morte avançou de tal forma que apenas o rigor da perícia técnica poderá dizer quem era aquele homem e que tipo de brutalidade ou fatalidade o levou até ali. O local, agora isolado pela Polícia Militar, exala o peso de uma morte que ocorreu longe dos olhos do mundo, mas que clama por respostas.
O caso segue sendo investigado, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), e agora está sobe investigação da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).











