Meu nome é Ordival Oliveira, moro em Manaus, na Zona Leste, mas o fato que passo a narrar, aconteceu em janeiro de 2000, quando eu tinha 12 anos, tive um encontro inesquecível com uma criatura estranha no mato, atrás da casa da minha avó, no Manaquiri.
Eu me lembro muito bem desse dia. Meus irmãos e eu brincávamos na mata atrás da casa da minha avó. Naquela tarde de verão, subi sozinho enquanto eles ficaram debaixo de uma árvore. Ao continuar subindo, notei a terra caindo e pensei que alguém descia.
Me escondi atrás de uma árvore e vi uma criatura cinzenta agachada entre um arbusto e a grama, tentando se esconder. Ele chegou a um ponto em que não tinha onde se esconder e de repente se levantou do chão. Era uma criatura cinzenta de cabeça alongada, medindo cerca de 1 metro e 20 cm, com três dedos nas mãos e nos pés e duas linhas no rosto que se abriam como olhos e uma espécie de bico de pato… fazia um barulho estranho enquanto respirava, hoje acredito que talvez aquilo fosse um dispositivo de respiração.
Fiquei maravilhado e pensei o que era isso que meus olhos viam. Eu estava com medo, mas queria ver o que era. Meus irmãos faziam muito barulho e essa criatura estava olhando para eles enquanto brincavam e movia a cabeça para os lados. Foi quando comecei a me aproximar e a criatura percebeu minha presença eu gritei e comecei a jogar paus e pedras.
Nisso a criatura recuou e começou a correr observei até que ele se perdesse em um barranco, em seguida eu saí correndo e mandei meus irmãos saírem de lá.”O que vi naquela tarde jamais foi explicado. O mistério permanece vivo até hoje. Ao chegar em casa contamos o que tínhamos visto, mas ninguém acreditou. Hoje, faz muitos anos, mas ainda sinto a presença daquela criatura, mesmo agora, já morando no Jorge Teixeira.











