Dezenas de pessoas fizeram na manhã desta terça-feira (6), na avenida Brasil, um protesto pedindo Justiça, pela morte do jovem Guilherme Protázio, de 18 anos, morto pela Polícia Militar no último domingo (4), durante uma confraternização de Páscoa.

Pneus e pedaços de madeiras foram colocados no meio da avenida, impedindo o tráfego. Toda a confusão acontecia enquanto o corpo era velado a poucos metros dali.A mãe da vítima, contou para reportagem do MSKTV, que durante distribuição de chocolates para crianças, um dos militares da 8ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), se aproximou de Guilherme e o abraçou, como forma de abafar o barulho do tiro, que atingiu o peito da vítima. Um outro parente, que teria tentando evitar o crime, foi baleado.

A polícia nega e diz que recebeu uma denúncia sobre homens armados, e quando chegaram ao local, foram recebidos a tiros e revidaram.

Em nota, a Secretaria de Segurança informou que encaminhou à Corregedoria Geral do Sistema de Segurança, que ainda não havia recebido denúncia sobre o assunto. A Corregedoria informa que o caso será apurado pela corregedoria auxiliar da Polícia Militar.