Em Manaus a maior expectativa é saber quem vai para o segundo turno, já que o índice de indecisos passa da casa dos 30%. Todos os candidatos a prefeito têm esperança de ter o nome levado para o segundo round da disputa. É este grupo de eleitores que vai decidir, na última hora, quem continua sonhando com a Prefeitura de Manaus. Cada candidato tem suas pesquisas internas, com resultados reais. Domingo à noite os institutos de pesquisa serão desafiados. Normalmente, quando erram, saem do ar, se escondem e esperam o povo esquecer, para em dois anos começarem com a mesma enrolação outra vez.

BOLSONARO EM BARCELOS 

Bolsonaro disse que vem ao Amazonas em breve para apresentar Barcelos ao Brasil. Ao lado do Coronel Menezes, durante live nesta terça-feira, o presidente disse que as belezas da região Amazônica são riquezas das quais o País não pode abrir mão. O presidente chamou Manaus de “cidade que fica no coração da Amazônia”, sempre destacando a importância da nossa capital para o desenvolvimento da região e do Brasil.

BUSÃO DE GRAÇA

Em Manaus o eleitor não vai pagar para votar. Os ônibus circularão de graça e por causa da pandemia as eleições abrem às 7 horas. Idosos acima dos 60 anos terão prioridade nas três primeiras horas do pleito. Quem não levar máscara não vota. Também é recomendável levar a própria caneta, e haverá álcool em gel para todos. Esta será uma eleição como nenhuma outra.

LEI SECA 

Eleitor não pode mais ser preso, e a partir de sábado, às 22 horas, ninguém pode vender bebida alcoólica.  Se sóbrio o cidadão não sabe em quem votar, imagina de cara cheia. Além da Lei Seca, tem a pandemia que proíbe festas e aglomerações nos finais de semana. Muito trabalho à vista para a polícia.

E QUANDO O AUXÍLIO ACABAR?

A CAIXA alcança, nesta quarta-feira (11/11), a marca de 401,1 milhões de pagamentos do Auxílio Emergencial e do Auxílio Emergencial Extensão, beneficiando 67,8 milhões de brasileiros. Os pagamentos somam R$ 248,3 bilhões disponibilizados pelo Governo Federal para amenizar os impactos da pandemia do novo coronavírus na renda da população brasileira. É a  maior ação de pagamento social da história do país. Mas desde o começo do ano, com a economia fechada irracionalmente, uma pergunta não quer calar: o que vai ser do Brasil quando o auxílio acabar? Nesta terça, em um pronunciamento que chamou de “desabafo”, o presidente Jair Bolsonaro disse que sempre foi contra o fechamento radical das lojas. “Teve prefeito soldando porta de loja.” Como não existe árvore de dinheiro, a virada do ano que se aproxima preocupa. “Precisamos encarar de frente.”, disse Bolsonaro, diante de um grupo de empreendedores do turismo, uma das áreas mais prejudicadas pela pandemia.

 

NINGUÉM MERECE

Decreto do Governo do Amazonas proíbe a Black Friday.

Só falta um decreto proibindo o Natal.

A conta da economia fechada está chegando.

E os donos do cadeado não vão querer pagar.