Com vistas a dar continuidade na identificação de projetos em execução por institutos de pesquisas localizados na Zona Franca de Manaus (ZFM), uma comitiva da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) visitou, na sexta-feira (4), as instalações do INDT, no qual foram verificados laboratórios, competências, projetos e demais iniciativas desenvolvidas no instituto, por meio do Programa Prioritário de Economia Digital (PPED), o qual o INDT é o atual coordenador e dispõe de recursos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) locais.

Na ocasião, o diretor executivo do INDT, Geraldo Feitoza, e equipe diretora do instituto fizeram uma apresentação ao superintendente da Suframa, Algacir Polsin, e demais gestores e técnicos que acompanharam o titular da Autarquia. Os projetos apresentados pelo INDT buscam, prioritariamente, promover o desenvolvimento tecnológico da Amazônia Ocidental e, para isso, focam em áreas como indústria, saúde e varejo. Algumas abordagens apresentadas pelo instituto são baseadas em tecnologias de Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Segurança Cibernética, Manufatura 4.0 e Realidade Virtual e Aumentada, dentre outras.

“Temos um trabalho de mais de 18 anos no mercado, com resultados na construção de competências, projetos de impacto local e alcance global, além do fomento à geração de novos negócios de base tecnológica, alinhado às necessidades do ecossistema de inovação local”, disse Feitoza, destacando a sinergia com a estratégia da Suframa para o desenvolvimento regional.

Geraldo Feitoza ainda destacou que a atuação do PPED visa a fomentar novos negócios e que desde o início do Programa Prioritário, em 2016, mais de 370 startups foram prospectadas, bem como mais de 300 pessoas capacitadas nos treinamentos de empreendedorismo.

O superintendente da Suframa comentou que os resultados obtidos pelo INDT são importantes para contribuir com o objetivo original da Zona Franca de Manaus, que é desenvolver a região e reduzir as desigualdades. “A Suframa tem um papel estratégico de integrar a Amazônia Ocidental, criar sinergia e atuar como facilitadora de iniciativas que promovam o nosso crescimento socioeconômico. É preciso irradiar riquezas e converter cada valor investido em projetos inovadores de ciência e tecnologia no desenvolvimento de nossa região”, finalizou, pontuando que o instituto é um aliado nesse processo e tem potencial para contribuir com iniciativas que estejam alinhadas com o objetivo da Suframa.