Uma área verde de muita importância para a biodiversidade de Manaus, situada estrategicamente entre o campus da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e a Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), se transformou lamentavelmente, em um ponto de descarte irregular de lixo. O acúmulo de resíduos sólidos, que varia de entulhos de construção a lixo doméstico, compromete drasticamente a qualidade ambiental do local, representando um risco iminente de proliferação de doenças e contaminação do solo e da água.
A denúncia sobre o problema foi formalizada em maio do ano passado pelo ativista ambiental Matheus Garcia, preocupado com a degradação acelerada da área, Garcia acionou os órgãos competentes, esperando uma intervenção rápida e efetiva para coibir a prática ilegal de descarte e iniciar a limpeza. No entanto, o ativista relatou a ausência de qualquer retorno ou ação por parte das autoridades, deixando a área em contínua deterioração. A falta de resposta evidencia um entrave burocrático ou uma carência de recursos que impedem a pronta atuação na defesa do meio ambiente urbano.
Diante da ausência dos órgãos responsáveis e da urgência em recuperar o espaço, Matheus Garcia tomou a iniciativa de se mobilizar. Ele reuniu um grupo de voluntários dedicados à causa ambiental para realizar um mutirão de limpeza. Essa união demonstra o poder da sociedade civil em buscar soluções quando o aparato público falha, mas também sublinha a necessidade de que o poder público reforce a fiscalização e implemente medidas preventivas e educativas mais robustas para evitar que áreas verdes continuem a ser transformadas em depósitos de lixo.











