Terra prometida
O prefeito David Almeida, ao lançar sua pré-candidatura ao governo do Estado, esta segunda-feira, trouxe à tona um assunto antigo: pessoas que vem de fora e enriqueceram por aqui.
Como disse o prefeito, todos são bem vindos, mas, parafraseando Álvaro Maia, “primeiro os amazonenses”.

Filho de Ajuricaba
Na ocasião, David comparou-se ao célebre Cacique Ajuricaba, da tribo dos Manaós, que preferiu morrer afogado no Solimões, que viver como escravo.
“Sou filho de Ajuricaba. Prefiro morrer afogado no Encontro das Águas, que me tornar escravo das pessoas que vieram se dar bem aqui e mandar em nós”, disse.

“Tilin-tilin”
O toque da caixa cantou, mais uma vez, no Congresso Nacional, desta vez com o
reajuste dos valores da verba de gabinete e das cotas parlamentares. A atualização segue o regulamento interno de 2015.
O impacto estimado das mudanças aos cofres públicos é de cerca de R$ 540 milhões por ano.

De olho no FPM
A Advocacia Geral da União avalia a possibilidade de fraudes e má-fé em uma prática que está ocorrendo em 58 cidades brasileiras, sendo 49 delas no Amazonas, que é o aumento da população de forma judicial, ou seja, as prefeituras estão questionando o censo do IBGE.
Amaturá passou de 11 mil para 16 mil habitantes, Humaitá saltou de 57 mil para 91 mil e Tabatinga dobrou sua população, passando de 71 mil habitantes para 158 mil.

Indústria do atoleiro
Precisou o biólogo Richard Rasmussen encarar 1.500 km na Transamazônica para mostrarmos desafios da BR-319, a única rodovia que liga Manaus ao Brasil, para o assunto, finalmente, tomar as redes sociais e o país.
Há tempos que alguns deputados e a imprensa denunciam a indústria da maquiagem existente na BR-319, que lucra com os atoleiros.

Folias bovinas
Com mais de 20 mil pessoas, o final do Carnaboi, este fim de semana em Manaus, marcou o início da temporada dos bumbás em Parintins.
O evento reuniu milhares de pessoas, celebrando a identidade amazônica e dando a largada simbólica rumo à Ilha Tupinambarana.
NINGUÉM MERECE
* As plataformas de carros por aplicativos fazem a dança da chuva todos dos dias. É que, com chuva, o preço de uma corrida de 20 paus pula para 70. Vôte!
* As aulas voltaram e os assaltos também. Como tudo que é estudante pode não ter caderno mas tem um celular, os assaltantes sabem o caminho das pedras.
* Hoje pela manhã, um desses levou um verdadeiro couro goiano dos passageiros do 672. Apanhou até a polícia chegar.
* As lixeiras viciadas voltaram com bôrra! Com esse chuvaral, trafegar na Alameda Cosme Ferreira é trabalho para malabarista. O pedestres não sabe se se desvia do lixo ou dos carros.
* É que não existem mais calçadas, pois foram tomadas por construções irregulares e cavaletes de lojistas.











