A reprise do já ganhou, nas pesquisas pra chancelar o pagamento sempre colocando o Negão com 40% dos votos no velho esquema de ganhar o pleito na antecipação mais uma vez deu “capim na palheta”. A legislação é clara: com metade dos votos mais um o candidato seria eleito para exercer qualquer mandato, nem precisa, teoricamente, se preocupar nem fazer campanha se assim as coisas funcionassem na real. Mas, com é que o Durango e sua equipe de bandoleiros da estatística explica o empate para o o octogenário Amazonino Mendes?

Crise de credibilidade

Foram ouvidos “n” eleitores em Manaus, residentes na zona urbana, distribuídos geograficamente, de acordo com o Censo Nacional de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O nível de confiabilidade é de 95% e coisa e tal. Generoso como as Perspectivas de um resultado em relação à Amazonino. Pelo visto não é só a classe política que experimenta uma crise profunda de credibilidade. Os institutos de pesquisa nas últimas eleições, erraram quase todas pois deram uma confortável para (a plata) do judeu Hahan, via Sampa.

Movimentação ardilosa

Outro fato interessante, além do sumiço do governador e seu vice e toda bancada federal, com exceção do Cap. Alberto Neto, é a aparição discreta do senador Omar Aziz e Eduardo Braga na participação no bolo da preferência popular. Se teve alguém querendo sacanear o Ganso, já que seu candidato em percentual, alcançou o quarto lugar com mais de 110 mil votos, pode tirar o cavalo da chuva. Ele próprio, que costuma acompanhar sem paixão o que dizem os números, pôs toda sua equipe na rua e a vigilância em redobro para investigar a movimentação do Boca.

Tomada de Constantinopla

Mas a estratégia de brecar a escalada do turcomano Omar (a Turquia já dominou a Palestina por séculos onde os ancestrais do senador migraram para o Brasil via Peru e USA) não se esgota por aí. Ela é orquestrada  de forma abrangente e inclui diversos setores sociais e entidades da estrutura institucional do Estado. E pode escrever aí: Polícia Federal, Governo do Estado, Prefeitura e Suframa, passando pelo TJA e TCE e cuja composição e arranjos institucionais foram montados nos últimos governos, mais perdulariamente nos governos do Braga e Amazonino, para i achar pelo em ovo e chifre em cabeça de cavalo na gestão Omar Aziz.

 

NINGUÉM MERECE!!!!
  • o deputado Josué Neto não sabia se corria da sala para o quarto ou pro banheiro na última eleição esperando o apoio do governador, do prefeito, do presidente, do vice e até do Papa Francisco para ser candidato, agora decidiu.
  • Decidiu que irá apoiar quem vai vencer no segundo tempo é claro. É óbvio que um legítimo Souza não sabe viver sem a chancela de um poder constituído. até o TCE serviria, mas com ninguém se manifestou, o Josefah vai apoiar quem vai ganhar ou já perdeu.
  • Já o coronel Menezes, o glorioso Menezão, com mais de 110 mil votos, depois de declarar sua neutralidade e parcialidade somente ao presidente Bolsonaro, foi fazer uma visita de cortesia a Amazonino Mendes e Samuel Hanan. Rotina de bem antes do
  • Ricardo Nicolau, mesmo de luto, não baixou a guarda – árabe não se afasta de sua espada, e disse que vai lutar ao lado do Rei David para a tomada de Manaus, como o sultão Saladino conquistou o império bizantino.
  • Zé Ricardo, do PT de Lula e Dilma, vai botar sua Kombi na garagem porque não dá mais nada, só “prego” e já está a procura de outra sigla, com cores mais neutras para garantir sua sinecura em Brasília.