O Guarda Municipal Roberto Alves Silva, de 45 anos, suspeito de matar o comerciante Davidson Moreira de Oliveira, já estava afastado das atividades operacionais no momento do crime. A informação foi confirmada pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semseg), que esclareceu que o servidor encontrava-se em tratamento de saúde e não estava em serviço quando ocorreu o homicídio, registrado na madrugada de domingo (25), no bairro São José Operário, zona Leste da capital.
A Semseg informou ainda que Roberto Alves não integrava o efetivo da Ronda Ostensiva Municipal (Romu). Segundo a pasta, o agente apenas participou do treinamento inicial do grupamento, sem compor o quadro operacional da unidade especializada. O órgão também destacou que a arma utilizada no crime era de propriedade pessoal do suspeito, já que o armamento institucional da Guarda Municipal havia sido recolhido anteriormente, em razão do afastamento funcional.
O guarda municipal se apresentou à Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e teve a prisão preventiva decretada, permanecendo à disposição da Justiça. Paralelamente às investigações da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), a Corregedoria da Semseg instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar os fatos. A secretaria afirmou que acompanha o caso e reforçou o compromisso com a transparência e a correta informação à sociedade.











