A pandemia da Covid-19 obrigou os empreendedores que atendiam em ponto fixo a improvisar, a sair da zona de conforto e irem à luta. O fechamento de salões de beleza fez com que, pelo menos as manicures se reinventassem e voltassem a atender os clientes em casa, costume que deve permanecer mesmo quando a pandemia acabar.

O fator determinante, claro, é o lucro, muito maior que “rachar” meio a meio com os proprietários dos salões.

Joquebede Oliveira, 32, moradora do bairro Alvorada 3, disse que já trabalha no ramo há mais de 20 anos, e que vai continuar atendendo em casa, com o grande volume de clientes que conquistou quando trabalhava em salão. “As pessoas que passaram a fazer unha comigo no salão passaram a vir na minha casa e gostaram do atendimento diferenciado que a gente não pode dispensar no salão, como chá, cafezinho, bombom…”

Fonte: João Dantas