Com a proposta de apresentar aos pesquisadores, cientistas e empreendedores do Amazonas as recentes tecnologias empregadas na obtenção de proteínas alternativas e o potencial desse mercado nos âmbitos nacional e internacional, a Secretaria Executiva de Ciência Tecnologia e Inovação (Secti), vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), realiza o workshop “Oportunidades para o Desenvolvimento de Proteínas Alternativas no Amazonas” em parceria com o The Good Food Institute (GFI).

O workshop acontece no dia 9 de setembro de 2020, no horário das 14h30 às 16h (horário de Manaus), em formato on-line e será transmitido pela plataforma Zoom. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo link: http://tiny.cc/oniqsz.

A ideia é fomentar novas oportunidades de pesquisas no campo de estudos de proteínas alternativas para impulsionar o desenvolvimento e a sustentabilidade da região, por meio de um edital de financiamento de projetos, com recursos do GFI.

Durante o evento, também será explanado sobre o Programa de Incentivo à Pesquisa que disponibiliza o aporte de U$ 50 mil para projetos de pesquisa em proteínas alternativas (plant based, carne cultivada e ingredientes obtidos por fermentação). O financiamento é voltado a ideias experimentais e trabalhos exploratórios que podem levar a grandes avanços, além de transformar ideias pioneiras em descobertas de pesquisa. Para mais informações sobre o edital, acesse:    https://www.gfi.org/researchgrants.

“A aproximação com o Good Food Institute busca divulgar e incentivar a inovação na produção de alimentos, visando facilitar a criação ou instalação de empresas do segmento aqui, no Amazonas, além de incentivar a produção de insumos, apoiar a especialização de profissionais na pesquisa e inovação para essa área”, destaca a secretária executiva de Ciência e Tecnologia da Sedecti, Tatiana Schor.

Em janeiro deste ano, a Secti realizou a palestra “Inovação em Alimentos com o The Good Food Institute” no auditório do Instituto de Pesquisa da Amazônia (Inpa). O evento, à época, também ocorreu no sentido de chamar a atenção de pesquisadores e empreendedores para as possibilidades nesse novo nicho de mercado alimentício.