Polo industrial se esvazia
Na comparação com anos anteriores, sete das onze atividades industriais, metade “capou o gato” e a outra reduziu a produção, com material eletrônico, relógios, lentes, injeção de plásticos e com as motocicletas equipamentos de comunicações exercendo o impacto positivo mais importante na segurança dos empregos formais que o PIM forma da taxa geral. E como não existe estagnação numa economia em movimento, quem não avança decresce, e quem não empina acaba por embiocar como uma pipa desnorteada que o descaso de Brasília cortou e aparou.
Modelo do buraco
Com mais de 100 dias de atraso por fim Brasília nomeou o amazonense Bosco Saraiva como superintendente da Suframa, no lugar do interino Marcelo Pereira, conhecido como “coro de joelho” dado às idas e vindas como interino do cargo. Marcelo é economista e servidor de carreira, conhece os buracos fundos e fedorentos, mas um pagão. Sem pai, padrinho e sequer um cunhado para segurá-lo no cargo.
Paisagem de apreensão
De janeiro a abril deste ano, a importação de eletroeletrônicos aumentou bastante em relação ao ano passado. E mesmo assim o setor ZFM teve uma alta significativa no Polo Industrial de Manaus – segundo a Suframa – no mesmo período. Fábricas de componentes nacionais e multinacionais simplesmente estão a carga total em suas atividades no PIM e outras estão a caminho com um olho no gato e o outro no prato da reforma tributária de Haddad.
O começo do fim ou…
E o que está em jogo não é apenas um setor. Estamos falando de um modelo que inclui o conjunto de segmentos, entre os quais a preservação da floresta, o comércio, os serviços, governo do estado, prefeituras e a própria ordem social. Ou há alguma dúvida entre o fenômeno do desemprego e a desordem social da violência, da desagregação familiar e do enfraquecimento das instituições e equipamentos sociais?
…fim do começo
Recentemente, o presidente Lula chamou a imprensa para soltar suas frangas e gafes, quando prometeu que a Zona Franca estava com seus direitos assegurados, porque é um modelo que evitou o pior: a depredação ambiental e o comprometimento das condições climáticas do planeta. Faz mais de 15 anos que na Finlândia, o presidente Lula recebeu um manifesto da Nokia, perguntando as razões pelas quais o governo brasileiro não manteve o acordo fiscal assumido quando a empresa resolveu se instalar no país, em plena Amazônia. Com certeza o presidente, além do constrangimento, não tem outro argumento na algibeira de seu jaleco.
Ninguém merece
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As celebrações do Dia do Trabalhador na realidade ocupa o lugar da fantasia e revela seus inconvenientes e surpresas. A primeira delas é o aumento de R$ 18,00 no Salário Mínimo.
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O gás e pão nosso de cada dia, cada vez mais caro e mais recheado do bromato que o deixa mais pesado, quebradiço e cancerígeno. Picanha e a cervejinha, nem pensar.
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Como se trata de produtos que são produzidos no Brasil, depende do trigo que é quase todo importado, deveria estar mais barato, pois o dólar não subiu.
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Os preços nos supermercados e mercadinhos estão para quem tem o sobrenome de Miranda: mira e anda!
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Energia elétrica, água e telefonia um carnaval de aumentos e extorsão: atrasou, cortou.
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Doce ilusão e só o Procon não enxerga isso.
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Por fim, uma frase do Gonzaguinha na canção “..e sem o seu trabalho, o homem não tem honra e sem a sua honra, se morre, se mata. Não dá pra ser feliz. Não dá pra ser feliz!”