Sob o comando do general Algacir Antônio Polsin, a tropa de elite da Suframa cumpre intensa agenda visitas às empresas do Polo Industrial de Manaus, estreitando laços e reafirmando compromisso da Superintendência da Zona Franca de Manaus com o desenvolvimento da nossa Região. Em plena pandemia, a Suframa tem números excelentes para mostrar ao Brasil o caminho da retomada do desenvolvimento econômico, preocupação que anda lado a lado com a questão da Saúde. “A minha intenção é investir na diversificação, atraindo outros segmentos da indústria, assim como avançar o setor comercial de serviços e agronegócio, visando fortalecer a Zona Franca de Manaus e as áreas de livre comércio. Destaco aqui, a importância da bioindústria como um grande potencial para a região, com as características ímpares da nossa Amazônia e a necessidade de tirarmos o máximo proveito da estrutura do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA)”, disse o general desde de sua posse, e essas visitas vão ao encontro dos objetivos.

Sob a chancela do presidente Jair Bolsonaro, o general Polsin foi escolhido para dar continuidade ao trabalho iniciado pelo Coronel Menezes, aprovado por sua atuação no comando da 1ª brigada de infantaria de selva, em Boa Vista, no município de Roraima, chefia do estado-maior do Comando Militar da Amazônia (CMA). O general de brigada vai acompanhado dos Superintendentes adjuntos, Coronel Manoel Amaral, Coronel Dower Borges, do coordenador CGPR, Marcelo Pereira, da coordenadora COGEC, Ana Maria, do gestor CBA, Fábio Calderaro, do coordenador CGCOM, Marcio Gallo, do pesquisador CBA, Flávio de Greitas, do CGAPI, Carlos Roberto, do CGAPI, Carlos Roberto e do CGAPI, José Marques.

À frente da autarquia, o novo superintendente definiu as prioridades de sua gestão. Entre elas, a intenção de preservar os interesses do modelo Zona Franca de Manaus, em incentivos, em busca de aperfeiçoamento para a superintendência, com atenção, também, ao setor industrial atual.

AGENDA DE DESENVOLVIMENTO 

O superintendente da Autarquia já se destaca pela capacidade de liderança e diálogo. Polsin vem fortalecendo o modelo de desenvolvimento regional, primordial para o crescimento socioeconômico da região e do País. “Nosso foco é atuar em parceria para, dentre outros objetivos, garantir a competitividade da indústria local e nacional, além de promover a melhora nos índices de emprego e renda, em especial após o impacto ocasionado pela pandemia da Covid-19, que gerou instabilidade econômica em todo o mundo”, afirma o superintendente.

Com a participação de empresários, parlamentares, pesquisadores e representantes de entidades de classe, a Suframa confirma que um dos principais objetivos é dar continuidade ao esforço de integração, facilitação e aproximação com as diversas forças vivas da sociedade, de forma a apresentar ações prioritárias que estão sendo desempenhadas pela Suframa em apoio aos diversos segmentos de negócios na região.

A Autarquia está comprometida em buscar avanços em diversificação industrial, bionegócios, projetos de desenvolvimento regional sustentável, formação profissional, proteção do meio ambiente e projetos sociais, entre outros, buscando de forma incessante irradiar as riquezas do Polo Industrial de Manaus (PIM) para toda a área de atuação da instituição.

INVESTIMENTOS DE R$ 1,4 BILHÃO 

Neste momento a Suframa trabalha na implementação de 23 novos projetos industriais aprovados na mais recente reunião do CAS, em agosto. Os investimentos totais somam R$ 1,4 bilhão e estimam a geração de 2.200 empregos diretos, a partir do terceiro ano de funcionamento das linhas de produção. Adicionalmente, também foram aprovados cinco projetos agropecuários, com investimentos previstos de R$ 17,2 milhões e a geração de 122 empregos, entre mão de obra fixa e variável, em até cinco anos.

Algacir Polsin, afirmou que os projetos da pauta representam o adensamento da cadeia de componentes do Polo Industrial de Manaus (PIM), bem como a retomada de investimentos no Distrito Agropecuário da Suframa (DAS), e fez uma ressalva em relação aos empregos, cuja tendência é reduzir com a automação industrial. “Entendemos que os empregos da manufatura tendem a cair, mas deve ser considerado que o produto industrial incorpora, cada vez mais, PIB de serviço, logo, empregos em outros setores serão criados”, afirmou.

NOVA AMAZÔNIA VERDE
O secretário do ministério da Economia, Carlos da Costa, anunciou que um dos projetos que está sendo trabalhado no ME e também no âmbito do Conselho da Amazônia é o “Nova Amazônia Verde”, que deverá priorizar atividades de baixo impacto ambiental, a economia circular e o potencial turístico da região, fomentando emprego e renda. “Estamos buscando medidas concretas para melhorar o ambiente de negócios e atrair mais investimentos para a região da Amazônia Ocidental e Amapá e queremos, muito em breve e em conjunto com a Suframa, fazer uma reunião ampla para discutir esses temas já propositivos com todos os governos locais”, afirmou.

Na busca da interiorização do desenvolvimento econômico, o secretário também pontuou a busca de viabilização da bioeconomia. “Vamos revisar as barreiras regulatórias que dificultam investimentos, propor alterações muito em breve, além do mapeamento de matérias-primas para permitir priorizar cadeias produtivas regionais. E, para que consigamos materialidade e impulso, o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) será importante como centro de bionegócios. Vamos seguir agora com a celeridade na viabilização da personalidade jurídica do CBA em conjunto com Suframa, ME, Conselho da Amazônia e vários parlamentares da região”, explicou.

Polsin, por sua vez, destacou as atuais prioridades da Suframa, nas quais estão a regularização das terras do DAS e avanço do agronegócio de forma sustentável; a implantação de indústrias de beneficiamento que agreguem valor aos produtos regionais; a personalidade jurídica do CBA e de investimentos na bioeconomia; o aperfeiçoamento dos investimentos de P&D; a preparação do PIM – com apoio dos governos locais, das indústrias e de outras instituições – para ser um ponto de atração turística; a colaboração com o setor do comércio para suplantar os prejuízos da pandemia da Covid-19; e o avanço em atividades de cunho social, com um projeto de apoio das empresas a instituições filantrópicas.