300 milhões de doses para todos os brasileiros que optarem por tomar a vacina da Covid. Esse foi o compromisso firmado pelo ministério da Saúde e os governadores nesta terça-feira. Não faltará medicação para ninguém. Mas antes, qualquer que seja a vacina, é preciso garantir que ela esteja testa, analisada e aprovada pela Anvisa. Nada de sobrenatural. “O Brasil disponibilizará vacinas de forma gratuita e voluntária após COMPROVADA EFICÁCIA E REGISTRO NA ANVISA. Vamos proteger a população respeitando sua liberdade, e não usá-la para fins políticos, colocando sua saúde em risco por conta de projetos pessoais de poder”, escreveu Bolsonaro em suas redes sociais na noite de terça, reafirmando compromisso, por escrito, com todos que estão à espera da vacina e da volta da vida normal.

E A POLÍTICA? 

A política, quando é colocada à frente da Saúde, faz mal. Neste caso, pode até matar. Não se pode obrigar ninguém a comprar uma vacina antes que ela esteja aprovada. Muito menos aplicar o medicamento. Se uma reação em massa contrária à saúde acontece, o remédio será pior do que a doença. Mesmo no Reino Unido, onde a vacinação começou, antes disse acontecer, foi preciso testar, organizar a distribuição e armazenamento, num país muito menor do que o Brasil.

 

ALERGIA 

No primeiro dia de vacinação, as autoridades descobriram que alérgicos não deve tomar a vacina. Devido ao caráter de emergência, muita coisa será descoberta durante a imunização. Não significa que a vacina não é segura, mas também não quer dizer que a vacina está 100% estudada. Não se sabe também por quanto tempo ela vai proteger as pessoas. Tudo é Ciência. Neste caso, a política só atrapalha a gregos e troianos.

 

AMAZONAS 

No Amazonas o governador Wilson Lima passou a bola para o presidente. Disse que não pode assumir a responsa de vacinar o povo. Ao menos não corremos o risco de comprar doses em loja de vinhos. Nossos governantes fugiram da responsabilidade na pandemia, apesar dos milhões que receberam de Brasília. Não é de hoje que isso acontece.

 

ARMAS SEM IMPOSTOS 

Bolsonaro cumpriu uma promessa de campanha e zerou a alíquota do imposto aplicado para a importação de revólveres e pistolas. A medida, que deve vigorar a partir de 1º de janeiro, está prevista em uma resolução, publicada pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior, no Diário Oficial da União de hoje (9). Na resolução, o governo inclui “revólveres e pistolas” no anexo que descreve produtos e alíquotas aplicadas no âmbito do Mercosul. No caso dessas armas, a alíquota de imposto será de 0%.

 

NINGUÉM MERECE 

O ano e nossos políticos não deixaram o Governo Federal realizar as reformas necessárias para revitalizar a Economia.

Mas agora estão nas redes sociais pedindo a prorrogação do Auxílio.

Tem gente comprando passagem pra SP acreditando que a vacinação começa no dia 25 de janeiro.

Estão chamando de turismo de vacina.

Cuidado com os falsos profetas.