O governador Wilson Lima defendeu o decreto que mandou fechar tudo o que não é essencial no Amazonas. Apesar dos protestos, ela garante que a atitude prioriza a saúde. Com leitos de hospitais lotados, aumento no número de mortos e casos, o chefe da Compensa defende que não teve outra alternativa. Neste sábado, trabalhadores estão nas ruas pedindo a reabertura das portas das lojas. “Nosso objetivo é orientar a população sobre a importância do cumprimento do decreto governamental que visa preservar vidas e garantir as condições necessárias de atendimento na rede de saúde do estado. Nesse momento, é importante que todos façam a sua parte. A nossa luta é pela vida!”

O Amazonas tem mais de 190 mil casos e passou das 5 mil mortes. Apesar de receber ajuda do Governo Federal, Wilson afirma que não está dando conta de tantos doentes. “As pessoas saem nas ruas sem máscaras. Estamos colhendo o que plantamos.”, disse no dia do anúncio do decreto. Sem trabalho e com o fim do auxílio emergencial, a perspectiva para janeiro é de desemprego e mais protestos.