Em expediente encaminhado ao secretário Estadual de Saúde, Marcellus Campêlo, a Conselheira Yara Lins, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, cobrou explicações sobre o destino de 50 mil doses da vacina CoronaVac, enviada pelo Governo de São Paulo. Além disso, ela pede comprovação do local para onde foi encaminhado o lote.

Outro questionamento da conselheiro é “informações acerca de supostos ilícitos no início do plano de vacinação do Amazonas, em especial sobre a imunização de pessoas que não estariam nos grupos definidos pelo Ministério da Saúde (as postagens de redes sociais compartilhadas em grupos de WhatsApp informaram que duas mulheres de sobrenome Lins teriam ‘furado a fila’ da vacinação)”.