A Águas de Manaus não poderá abrir novas valas ou iniciar novas frentes de obra enquanto não refizer o asfalto danificado nas áreas já afetadas pelas intervenções de esgotamento sanitário. A determinação foi reforçada pela Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus (Ageman).
A agência cobrou a correção imediata das falhas na recomposição asfáltica, principalmente diante da intensificação do período chuvoso, que tem ampliado os transtornos para motoristas e pedestres. Segundo o diretor-presidente da Ageman, Elson Andrade, a concessionária precisa priorizar a qualidade do serviço antes de expandir as obras para outras áreas da cidade.
“Nós estamos todos os dias nas ruas fiscalizando e há vários casos que já foram alvo de vistoria da Ageman e ainda precisam ser corrigidos. Não há como a empresa querer avançar para outras áreas da cidade se ainda existe um passivo a ser sanado. Com o aumento do volume de chuvas, a situação tende a se agravar. O que hoje é uma pequena fissura, amanhã pode se transformar em um transtorno maior”, afirmou.
A fiscalização identificou trechos com falhas nos bairros Lírio do Vale e Nossa Senhora das Graças, que já foram alvo de notificações e multas. A Águas de Manaus informou que ampliará o número de equipes para acelerar as correções. A empresa também destacou que passou a adotar a metodologia “Faixa F”, que prevê aplicação do asfalto em duas etapas, com reforço na compactação e acabamento.
Além dos bairros já notificados, regiões como Nova Cidade, Novo Aleixo e o conjunto Augusto Montenegro também passam por requalificação viária após as intervenções.











