*Matéria produzida em parceria com o Portal Amazonas 365
Bomba! O empresário Jorge Fernandes Garcia de Vasconcellos Junior, proprietário da Açaí Transportes Coletivos Ltda., divulgou um vídeo em que faz uma grave acusação contra Givancir de Oliveira, presidente do Sindicato dos Rodoviários de Manaus. Segundo o empresário, o sindicalista teria recebido R$ 500 mil para apoiar a retirada da função de cobrador do sistema de transporte coletivo da capital amazonense.

Empresário faz acusação em vídeo
A denúncia foi publicada nas redes sociais e passou a circular entre veículos de comunicação nesta sexta-feira (24). Segundo Junior, o suposto pagamento teria ocorrido durante as discussões sobre a redução do número de cobradores e a implantação da operação de ônibus sem esses profissionais.
O empresário também afirma que, enquanto liderava manifestações públicas contra a extinção da função, o presidente do sindicato estaria, supostamente, negociando com empresários do setor.

Acusação ainda não foi comprovada
Até o momento, não há confirmação independente nem decisão judicial que comprove as acusações feitas pelo empresário. A denúncia deverá ser analisada pelas autoridades competentes, que poderão apurar os fatos e verificar a existência de eventuais irregularidades O presidente do Sindicato dos Rodoviários de Manaus, Givancir de Oliveira, sobre as acusações apresentadas pelo empresário.

Vídeo entrega a negociação
O vídeo vazado nesta sexta-feira (24/07) nas redes sociais mostra o dono da Açaí Transportes, Jorge Fernandes Garcia de Vasconcellos Junior, acusando o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir de Oliveira, de receber R$ 500 mil em propina para facilitar a eliminação do posto de cobrador no transporte coletivo de Manaus.
O registro teria sido gravado na última segunda-feira (20/07), durante uma reunião interna promovida no dia da greve geral da categoria. Indignado por não ter sido avisado sobre a paralisação pela equipe administrativa, o empresário acabou revelando o suposto esquema de pagamento ilegal ao comando sindical.

Denúncia grave
A denúncia é gravíssima e aponta que as manifestações, paralisações de frota e atos na Câmara Municipal promovidos nos últimos anos contra o fim dos cobradores não passaram de uma encenação. Enquanto os trabalhadores eram convocados para ir às ruas em defesa do emprego, a diretoria do sindicato negociava o fim da função nos bastidores.

Caso exige investigação do MPAM e MPT
Pela gravidade das declarações, que expõem indícios de corrupção, extorsão e lesão aos direitos dos trabalhadores e dos usuários do transporte público, o caso exige providências imediatas do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) e do Ministério Público do Trabalho (MPT-PRT11) para a perícia do vídeo e convocação dos envolvidos.











