O novo ministro da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, que substitui Alckmin, destacou o sucesso da Zona Franca de Manaus com R$ 44 bilhões em projetos de inovação. Segundo ele, o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) está “dando muito certo” dentro da política Nova Indústria Brasil.
A novidade é que ele é o primeiro ministro a defender o modelo e peitar a poderosa Fiesp. Ele foi o entrevistado do programa Bom Dia, Ministro da Empresa Brasil de Comunicação. “Nestes últimos três anos a gente assistiu a um aumento significativo de projetos e investimentos na Zona Franca de Manaus e também a destinação, dentro do Nova Indústria do Brasil, de recursos e de projetos. Nós temos 29 mil projetos aprovados na região envolvendo R$ 44 bilhões”, disse o ministro.
Segundo ele, os recursos estão mais associados a projetos de descarbonização ou de bioeconomia em razão também do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia. Trata-se da principal ferramenta para promover uma economia baseada no uso sustentável da biodiversidade até 2035.
“Hoje nós vivemos pleno emprego, assistimos a índices muito bons do ponto de vista econômico e do ponto de vista social. O eixo tem sido a nova política que funciona como um grande guarda-chuva para projetos associados a industrialização com suas seis missões. A Suframa e a Zona Franca de Manaus vem funcionando e muito bem”.
Elias Rosa acrescentou: “Só para ter uma ideia, a última reunião, que eu mesmo presidi da Suframa, nós aprovamos 83 projetos de investimento na região. E lá na Zona Franca de Manaus tá dando muito certo, você tem razão. Acho que o caminho é esse”. O ministro também destacou a reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS), presidida por ele, na qual foram aprovados 83 projetos industriais e de serviços na Zona Franca de Manaus, com investimentos de R$ 1,17 bilhão.
“O Brasil tem um grande ativo para oferecer ao mundo, que é a possibilidade de fazer a transição energética, utilizando não apenas a nossa energia elétrica de fonte renováveis, mas também a bioenergia para gerar uma nova fonte de energia sustentável”, disse.










