O ‘Sabor Afro’: Cafeteria-restaurante, localizado no bairro da Cachoeirinha, é um pedaço da África em Manaus, reunindo pratos tradicionais dos países africanos e peixe, na Semana Santa.

De Camarões para Manaus
Do casal camaronês, Nana e Cris, a ideia de montar um restaurante de culinária africana na capital amazonense, surgiu após o empreendedor perceber a falta de um local que oferecesse a gastronomia e a experiência cultural aos visitantes.

Culinária variada
“A ideia da cafeteria-restaurante nasceu de uma oportunidade devido ao fato de Manaus não possuir uma cafeteria-restaurante dedicado à culinária africana. Em relação à execução, já tínhamos experiência em gastronomia na África, mas tivemos que visitar restaurantes africanos em outros estados, como São Paulo, para ver como nossa arte culinária é apresentada aqui”, explicou o proprietário do empreendimento.

Referência neste tipo de gastronomia
Destacando-se por ser um espaço novo na cidade, o responsável pela cafeteria-restaurante acredita que o espaço crescerá e se tornará uma referência na gastronomia local.“Acredito que o restaurante tem potencial para crescer porque Manaus tem muitos afro-philes (pessoas que amam a cultura africana) e também afrodescendentes em busca de identidade cultural. Sendo a arte culinária um aspecto importante da cultura africana, o nosso espaço oferece um espaço acolhedor para estas pessoas, mas também para os curiosos que desejam descobrir”, enfatiza Chef Nana.

Cardápio
O Sabor Afro conta com um cardápio que abraça pratos tradicionais de etnias africanos.“Será quase impossível representar todos os pratos do continente devido à grande diversidade cultural e étnica do continente. Camarões, por exemplo, que é meu país de origem, tem 240 etnias e cada grupo tem pelo menos um prato tradicional. Os pratos mais populares no nosso país são o Ndolè, Poulet DG, Water-fufu & éru, Jollof Rice (a maioria presente no nosso cardápio)”, contou o chefe de cozinha.
“Além da comida, o restaurante oferece uma experiência cultural com a nossa decoração e uma mini exposição, onde os clientes podem trocar ideias com os proprietários sobre cultura e tirar dúvidas sobre a cultura africana, o que normalmente é o caso”, finaliza.










