Ryan Smith, de 41 anos, foi preso na última sexta-feira, após fazer sexo com uma boneca inflável em tamanho real — o que não é crime. O problema é que a boneca pertencia a um homem morto cujo corpo ele foi contratado para recolher e transportar, segundo a polícia de Nebraska (EUA), onde aconteceu o incidente. O agente funerário trabalhava para a “Mid America First Call”, empresa que remove, transporta, faz embalsamento e crema corpos em Omaha (Nebraska, EUA). Na sexta, ele e um colega de trabalho foram enviados para uma casa, dentro do condomínio “Rock Creek Apartments”, também em Omaha, para recolher o corpo de um homem que havia morrido de causas naturais. Lá, ele teria se “apaixonado” por uma boneca sexual, de acordo com documentos judiciais obtidos pelo canal local 6News.
No mesmo dia, mais tarde, Ryan teria ligado para o síndico do apartamento do falecido e alegado que o Gabinete do Xerife do Condado de Sarpy o estava enviando de volta para recolher a tal boneca. A desculpa é que ela seria usada para uma “biópsia”. O pedido foi rejeitado, mas, de alguma forma, o agente funerário conseguiu invadir a propriedade, que estava trancada com chaves e correntes. De acordo com as autoridades, o síndico do local percebeu alguns “ruídos” vindos da residência e viu o homem de 41 anos saindo com roupas “bagunçadas”. Ryan, então, foi embora, avisando que voltaria com um mandado judicial para a boneca. Nesse momento, o síndico chamou a polícia.
Os investigadores notaram que vários objetos haviam sido movidos desde a investigação da morte, que ocorrera no início do dia. Ryan foi preso sob a acusação de roubo, invasão de propriedade e adulteração de provas físicas, além de ter sido imediatamente demitido do trabalho. O Laboratório Criminal do Condado de Douglas (Colorado, EUA) está processando as impressões digitais retiradas dos itens movidos e também planeja solicitar amostras de DNA na boneca inflável.






