O volante de 26 anos, Éderson, carrega no peito muito mais do que a camisa da Seleção Brasileira. Ele leva consigo as tradições do povo Terena, da Aldeia Bananal, em Aquidauana (MS), onde sua família materna tem raízes profundas.
A avó Albina Cândido, falante da língua Terena, é uma de suas maiores inspirações. Ele mantém o vínculo com a Terra Indígena Taunay-Ipegue e visita familiares sempre que pode.
Sua trajetória mostra que é possível alcançar os maiores palcos do mundo sem perder a conexão com a ancestralidade.
O Ministério dos Povos Indígenas declarou que “a presença de Éderson na seleção é uma alegria e um orgulho para parentes de todo o Brasil’.









