Pra lá de Marrakesh
A camisa verde e amarelo que pesou, seria uma das explicações para a Seleção Brasileira ter parado frente ao Marrocos, no início da partida. Ninguém rendeu, esta é a grande verdade. Se a camisa canarinha pesou, o mesmo não se pode dizer da marroquina. O certo é que nossos jogadores estavam pra lá de Marrakesh.

Samurais
E para quem pensava que os japoneses iriam à campo no estilo Kamikaze, na base do desespero e do tudo ou nada, enganou-se. Eles foram de Samurais, tocando a bola e indo pra cima, mostrando que a seleção japonesa pode encarar qualquer seleção olhando nos olhos. O Japão promete dar trabalho.

No pretérito
O problema do Brasil é continuar vivendo das glórias do passado, como se a simples entrada da Seleção em campo ainda fosse suficiente para intimidar adversários. A Globo tentou vender a estreia como um novo “México 70”, ressuscitando um ufanismo que já não encontra eco na realidade do futebol atual. Talvez a estratégia sirva para manter aquecidos os anunciantes milionários, cada vez mais atentos ao crescimento da concorrência nas plataformas digitais e na TV Cazé. Faltou apenas trazer de volta Araken Patusca, o eterno Showman, para completar a nostalgia. Afinal, a camisa pesa, mas já não ganha jogo sozinha.

Onde mora o perigo
Alemanha mantém fama de carrasca
Independente de clima favorável ou não, quem entra em campo para jogar sério é a Seleção da Alemanha. Desta vez, a tradicional Die Mannschaft voltou a mostrar sua força e aplicou em Curaçao uma goleada do mesmo tamanho daquela que os brasileiros jamais conseguiram esquecer.
Além disso, o resultado reacendeu comparações com o histórico massacre sofrido pela Seleção Brasileira em 2014. A diferença é que, agora, a vítima foi outra.
Eficiência alemã segue assustando
Conhecida mundialmente como “A Equipe”, a Alemanha continua demonstrando organização, disciplina e poder ofensivo. A seleção segue atropelando adversários e reforçando sua reputação de uma das mais eficientes do futebol mundial.
Enquanto outras equipes oscilam, os alemães mantêm um padrão de desempenho que impressiona torcedores e especialistas.
Quem vai encarar a Die Mannschaft?
Por isso, a pergunta começa a ganhar força entre analistas e amantes do futebol: quem terá coragem de peitar a Die Mannschaft nesta Copa?
Afinal, independentemente do clima, do horário ou do adversário, a Alemanha segue mostrando que continua entre as principais candidatas ao título mundial.

Sua majestade, o técnico
A salvação de Ancelotti é que ele é italiano, pois se fosse brasileiro, já tinha levado muito cacete, principalmente por escalar Raphinha e Thiago. Endrick ficou no banco e se não fosse o lampejo de Vini Jr, hoje a situação era outra.










