Presepadas
Telefonemas, e-mails e zapps que chegaram à redação do Maskate dão conta de mais uma presepada na gestão do governo-tampão Roberto Cidade. Todos querendo saber se o fluxograma de compras de produtos e serviços do Estado estão concentrados nas empresas da família Cidade. Aproveitando o feriado prolongado do Festival de Parintins e o afastamento definitivos de Wilson Lima e seus rapazes, o governo corre contra o tempo pra provar que não existe nada de negócios que vão da agulha ao trator.

Perdeeeeeeeeu!
Na raia miúda, para aquela moçada que fica gramando sob o sol inclemente da soleira estadual, apenas o cala-boca de apenas 10% no orçamento de R$ 3 bilhões de cada mês. A máquina é muito poderosa, quando se trata de eleger seus operadores, mas quando está nas mãos de rapazes, fazem o efeito reverso e esse filme já se viu na eleição passada para a prefeitura. O cara não foi nem para o segundo turno, mano.

Uma das denúncias…
“Sou funcionário desta empresa e acho uma falta de respeito com todos aqueles que ajudam e colaboram para o crescimento da mesma e não são reconhecidos”. Tem mais. Há rumores de que alguém, não se sabe se o quem saiu ou a “quem ficou” (sic!), está direcionando parte ou todos os recursos da arrecadação para pagamento de quem colabora com a campanha. Para onde estão direcionando ou direcionados recursos da Saúde, Segurança e Educação? Já que os carros da Federal já estão circulando só com os mandatos com Sigilo de Justiça.

Conivência com a ilegalidade
É uma palhaçada o que acontece nas avenidas de maiores fluxos de Manaus; os motoristas particulares e de serviços de Uber e 99 estão possessos com a instalação de novos corujinhas nos quatro cantos da cidade. Além dos assaltos nos postos, buracos, engarrafamentos e o calor, é lamentável lembrar as multas dos miseráveis corujinhas pra quem excede 60 Km. Na Ponta Negra tem placa de 40 Km. De velocidade permitido. E todo policiamento municipal, estadual e federal de trânsito para de multar tais infratores.

A grana dos cabos eleitorais
Falta pouco para emplacar a maior farra dos galináceos da campanha política estes anos em Manaus e em todo o Amazonas. Pelos cálculos dos observadores de banzeiros que colaboram com o Maskate, para atender a demanda de cabos eleitorais, medianamente qualificados, a diária está na casa dos R$ 100,00. Com um salariozinho maior para controlar os entregadores de panfleto e visitantes de casa em casa, da ronda vergonhosa da promiscuidade eleitoral.

Muitos Natais
Segundo fontes seguras de quem entende do riscado, o esquema é o seguinte. Cada candidato a estadual, ou seja, praticamente todos prontos para disputar uma vaga, receberá um milhão para executar sua campanha em busca de uma vaga. Federal e Senado vão receber muito mais. Somando isso ao governo e à presidência da república, a economia terá, no mínimo, 3 Natais antes do Natal de dezembro. Muita grana injetada no comércio.

Critério escabroso
É por isso que você, eleitor, que tem um parente, amigo, vizinho e conhecido, com larga experiência na área de saúde, com cursos de especialização em centros mais avançados e fora do Estado, com um currículo imbatível, acabou pedindo demissão do emprego para trabalhar na campanha, figurando entre as mais qualificadas no critério escabroso de cada candidato.











