Na avaliação experiente de quem conhece o “modus operandi” dos atuais dirigentes do PL Amazonas (Alfredo Buchada de Bode Nascimento e o Major Alberto Neto – Capitão Camarão), matreiros e companheiros de copo, rapadura e xaxado, a crise moral que tomou conta da legenda no Amazonas está deixando a professora Maria do Carmo Seffair Lins, a líder nas pesquisas da Direita, se sentido uma mercadoria de escambo (troca de produtos) das lides políticas, uma verdadeira lata de leite em pó das discussões morais que envolve a conduta parlamentar às vésperas das convenções.
Nunca a putaria correu tão solta nem a cara de pau de lhes oferecerem uma vaga de vice de Bob Cidade, ou uma chancela de super-deputada federal, visto que a vaga de senado deve ficar entre Wilson Lima ou Alberto Nascimento na composição dos milhões. Assim não tem hormônio feminino numa mulher de 60+ que resista. A esperança do PL fazer um senador e uma governadora partiu para Miami-FL e a política amazonense teve mais um registro em toda a estória atrapalhada da força que ergue e destrói coisas belas.

PHD em se dar bem
Famoso por dar nó em pingo d’água em qualquer processo de indicação para Ministro do PT, prefeito de Manaus, vice do Negão, superintendente da Suframa, secretário de estado e até assistente do cabo corneteiro do quartel da Aeronáutica, sempre na perspectiva fraterna de conseguir se manter nas paradas, não sem nunca repartir o caqueado final e que deixava o Amazonino esputefacto com o nível de subserviência e de flagrante serviçal. Assim foi como tesoureiro de Waldemar Costa Neto, Alfredo cumpria as regras dentro da legislação e nenhuma das operações federais cinematográficas chegou ao presidente do PL. Agora os tempos são outros e os ventos mudaram para Waldemar e o contraponto da impunidade também.

Safadeza com a “fessora”
Nem a recente reação positiva implacável da opinião pública, de eleger o amor número de candidatos da Direita no poder em todo o Brasil, de nada valeu para demover Alfredo Buchada e o Capitão Camarão Alberto Neto, de refrear suas sanhas gananciosas pela vantagem de exclusividade no pleito. A ordem é fazer a operação “Pega Du Carmo”, afastá-la da disputa, neste julho sorrateiro das vésperas das convenções, para distribuir melhor a safadeza da Casa de Tolerância que se tornou a Direita. Uma promiscuidade que não acaba, nem fica pouca.

Menezão que o diga
Alguns deles, dessa safra inveterada de oportunistas compulsivos e espertalhões profissionais, são crias diletas do patriarcado do Negão, como Alfredo Nascimento, um simples cabo da Aeronáutica, que aquinhoou, por méritos próprios, os mais altos escalões do poder no Amazonas e no Brasil. Junto com Alberto Neto, saiu da caserna deputado federal e criador de camarão no Nordeste por sua talentosa capacidade de guardar votos e ameaçar concorrentes, fizeram a mesma coisa contra o coronel Menezes, o compadrio do Bolsonaro que por muito pouco não venceu o Omar Aziz, na eleição para o Senado.
Como uma ameaça a Alfredo e Neto, Menezão foi sacado da legenda e acusado de traidor, bem ao estilo da novela Quem Ama Cuida. Menezão só não foi preso, e agora tenta, ao lado do candidato David Almeida, representar o Amazonas na Casa Federal da prostituição institucional. Por incrível que pareça, é o mesmo cargo desejado por Alfredo Nascimento, por mais que proposta alguma pareça ter.






