Depois da vitória sobre os ingleses, jogadores argentinos comemoraram segurando a faixa, reacendendo a disputa diplomática entre Argentina e Reino Unido pelas Ilhas Malvinas (Falklands, para os britânicos). Na sexta-feira (17), o diretor da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, Andrew Giuliani, defendeu a manifestação dos jogadores argentinos ao citar a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante direitos fundamentais como a liberdade de expressão.
“Nós acreditamos nos direitos garantidos pela Primeira Emenda aqui nos Estados Unidos da América. E, quanto à capacidade e à oportunidade de fazer esse tipo de manifestação, eles têm esse direito nos Estados Unidos da América”, afirmou Giuliani durante entrevista coletiva.
A Fifa permitirá que a Argentina volte a exibir a faixa com a frase “Las Malvinas son Argentinas” (“As Malvinas são argentinas”) na final da Copa do Mundo de 2026, mesmo depois de uma análise disciplinar sobre o episódio ocorrido na semifinal contra a Inglaterra. Depois da vitória sobre os ingleses, jogadores argentinos comemoraram segurando a faixa, reacendendo a disputa diplomática entre Argentina e Reino Unido pelas Ilhas Malvinas (Falklands, para os britânicos).
A manifestação gerou críticas e levou a Fifa a anunciar que avaliaria o caso.Um porta-voz da entidade informou que o Comitê Disciplinar independente está avaliando os relatórios da partida e decidirá posteriormente se haverá alguma punição.
Mas, segundo o jornalista Kaveh Solhekol, da Sky Sports, a entidade optou por adiar qualquer decisão até depois da final contra a Espanha. Ainda de acordo com ele, nenhum jogador argentino foi suspenso e integrantes da delegação receberam sinais de que poderiam voltar a exibir a faixa caso conquistem o título.











