O empresário Celso Tavares, alvo de mandado de prisão e investigado pela morte do ex-funcionário venezuelano, identificado como Jarvis Javier Rodrigues teria deixado o país em uma aeronave associada a agendas políticas do sobrinho, o vereador e pré-candidato a deputado estadual Eurico Tavares. O crime teria ocorrido após o empregador acusar a vítima de desviar cerca de R$ 400 mil de sua empresa de fitas adesivas. De acordo com o titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), delegado Ricardo Cunha, o crime foi precedido por momentos de exaltação e consumo excessivo de álcool pelo empresário.
“Após a ingestão de muita bebida alcoólica, ele teve um surto naquele momento, diz que precisa matar essa pessoa, porque na cabeça dele, essa pessoa supostamente havia desviado 400 mil reais da sua empresa. E aí, nesse momento ele pega sua arma de fogo, um revólver 38, avisa todos os presentes ali que vai matar esse indivíduo e ninguém faz absolutamente nada”, relatou o delegado. Conforme as apurações conduzidas pela Polícia Civil, após anunciar a intenção homicida, Celso dirigiu-se até a residência da vítima acompanhado por um ex-funcionário de sua confiança, cuja participação é investigada por meio de imagens de câmeras de segurança que registraram a chegada dos suspeitos ao local.






