Com trabalho, articulação e apoio decisivo do senador Eduardo Braga, o Instituto de Pesquisas do Exército na Amazônia passa a contar com a excelência do Instituto Militar de Engenharia (IME), uma das maiores referências do país. Já no segundo semestre de 2026, o estado terá mestrado, doutorado e pós-doutorado em áreas como inteligência artificial, tecnologias quânticas e biotecnologia.
Enquanto muitos falam, Braga trabalhou firme e com estratégia para trazer essa conquista para o coração da Amazônia. Destinou emendas, buscou parcerias e lutou para tirar o projeto do papel. Para Eduardo Braga, investir em educação é preparar o Amazonas para o futuro, com mais oportunidades, inovação e desenvolvimento.

Tempo Integram em todo o estado
E tem mais. Tendo como referência o mês de março do ano de 2015, existem 12 Centros de Educação em Tempo Integral (Cetis) em funcionamento no Amazonas. Só em Manaus, são 9 construídos em sua administração.
Três estão no interior do Amazonas, sendo eles os Cetis: Deputado Gláucio Gonçalves (Em Parintins), Professora Maria Izabel Desterro e Silva (Iranduba) e Pedro Alves da Silva (Em Carauari).

Braço tecnológico do Exército na Amazônia
Em outro movimento estratégico para o desenvolvimento regional, Eduardo Braga atuou diretamente para viabilizara instalação do Instituto de Pesquisas do Exército na Amazônia (IPEAM) em Manaus.
A concretização deste projeto ocorreu nesta sexta-feira (23), em Brasília, com a assinatura do Acordo de Parceria para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação entre o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e o Instituto Militar de Engenharia (IME). A iniciativa, fruto de uma articulação de Braga com o Ministério da Defesa e o Comando do Exército, visa transformar a capital amazonense em um polo de excelência tecnológica e soberania nacional.
“Sempre afirmei que as duas melhores escolas de engenharia do Brasil são o ITA e o IME. O Ceará conquistou o ITA, e nós, de forma silenciosa e focada, trabalhamos para levar essa excelência do IME para o Amazonas”, destacou Braga.
A chegada do IPEAM é descrita como a materialização de um sonho que envolveu diversas frentes, desde diálogos com lideranças locais até a cúpula do governo federal e das Forças Armadas. Durante a cerimônia, o senador destacou que a instalação do instituto representa o aporte de “alta tecnologia em solo amazonense”, reconhecendo o papel histórico do Exército como “sentinela da soberania e promotor de cidadania em áreas isoladas”.

Visão além
O projeto nasce da visão de que a defesa da Amazônia moderna depende do conhecimento, considerado a arma mais poderosa do século XXI. Com a assinatura do termo, o Amazonas passa a abrigar uma extensão do prestigiado IME, uma das melhores escolas de engenharia do país, descentralizando a excelência que antes se concentrava nas regiões Sul e Sudeste. Inicialmente, o novo centro funcionará nas instalações do 4º Centro de Geoinformação e do próprio Censipam, em Manaus.
O IPEAM não será apenas uma extensão acadêmica, mas um polo de inovação disruptiva com um plano de implantação de seis anos. O foco principal está em áreas que estão na fronteira do conhecimento mundial e que são vitais para o futuro da região: Inteligência Artificial (IA): Voltada para o mapeamento ambiental e ciberdefesa; Tecnologias Quânticas e Biotecnologia Pesquisas voltadas para a biodiversidade amazônica; Transição Energética: Desenvolvimento de soluções sustentáveis para a matriz regional; Monitoramento Ambiental: uso de satélites e drones para a proteção da floresta.











