Em 1977, o adolescente Jonas Brito, de 13 anos, e seu amigo Everaldo, exploravam cavernas em Presidente Figueiredo, nos arredores da Caverna do Maroaga e Gruta da Judeia. Durante a exploração, encontraram uma câmara subterrânea e um poço quase vertical com uma escada improvisada, que os levou até uma antiga porta metálica enferrujada. Enquanto ouviam vozes estranhas e um zumbido semelhante ao de máquinas funcionando do outro lado da porta, os garotos encontraram uma misteriosa haste metálica de cerca de 30 centímetros, extremamente leve e coberta por símbolos incomuns em forma de espirais, círculos e triângulos. Jonas guardou o objeto no cinto. Pouco depois, ouviram passos e sons animalescos se aproximando. Assustados, fugiram pelo túnel. Quando já estavam do lado de fora da caverna, escutaram um rugido e viram uma enorme criatura humanoide esverdeada tentando se espremer pela estreita entrada. Eles correram desesperadamente em direção à casa de Everaldo, mas a criatura continuou a persegui-los. Ao chegarem, avisaram à mãe de Everaldo que não abrisse a porta. Segundo os meninos, aquilo “não era um homem”. Jonas descreveu a entidade como um ser com rosto semelhante ao de uma cobra ou de um homem-lagarto, completamente nu, exceto por um largo cinto repleto de equipamentos, detalhe frequentemente citado em relatos envolvendo supostos reptilianos.
A mãe de Everaldo inicialmente acreditou que fosse apenas uma brincadeira, mas sua atenção voltou-se para a estranha haste trazida por Jonas. Ela examinou o objeto e constatou que não se parecia com nada conhecido. Na madrugada seguinte, por volta das duas horas, Everaldo acordou a mãe dizendo que havia algo tentando entrar pela janela do quarto. Ao iluminar o exterior com uma lanterna, ele afirmou ter visto uma criatura monstruosa observando os dois. Ele descreveu uma cabeça grande com cristas no alto e nas maçãs do rosto, olhos dourados brilhantes e uma enorme mão com dedos palmados, pele áspera e garras poderosas apoiada na janela. Durante vários minutos, ambos permaneceram olhando para a criatura. Everaldo contou que ela parecia acompanhar cada movimento seu enquanto procurava algo para se defender. Em determinado momento, a entidade inclinou levemente a cabeça, como se demonstrasse curiosidade, abriu a boca revelando quatro dentes pontiagudos e, sem qualquer aviso, desapareceu na escuridão. Convencidos de que a criatura procurava recuperar a haste metálica retirada da caverna, os dois decidiram devolvê-la nas proximidades da entrada do túnel. Segundo eles, após isso, os estranhos acontecimentos cessaram. Anos depois, ambos afirmam que moradores frequentemente relatam ouvir sons vindos do subsolo, semelhantes ao funcionamento de máquinas ou obras subterrâneas.










