Parte 1
Um mistério na manhã clara e ensolarada de 5 de outubro de 1996, quando o empresário e piloto experiente Haroldo Westendorff decolou para o que deveria ser mais um voo tranquilo de rotina. Ele pilotava seu monomotor Tupy, de prefixo PT-NTH, sobre a imensidão da Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul. O relógio marcava cerca de 10 horas da manhã e a visibilidade era perfeita quando Haroldo, voando a uma altitude de 1.800 metros próximo à Ilha da Saragonha, na região de São José do Norte, avistou algo que desafiaria toda a sua compreensão da realidade. Uma estrutura monumental e inexplicável flutuava silenciosamente no céu azul. O objeto era gigantesco, com proporções comparáveis às de um estádio de futebol e aproximadamente 50 metros de altura. Sua forma lembrava uma pirâmide de oito faces bem definidas, e em cada um desses lados era possível notar três cúpulas arredondadas e salientes.
Aquela colossal nave-mãe girava lentamente em torno do próprio eixo e se deslocava de forma suave em direção ao oceano. Fascinado e sem acreditar no que via, Haroldo decidiu acompanhar de perto a evolução daquele gigante voador, mantendo-se lado a lado com o mistério por cerca de doze minutos. De repente, a observação pacífica transformou-se em um espetáculo ainda mais inacreditável. Uma abertura se revelou bem no topo da imensa estrutura piramidal. Daquela fresta tecnológica, emergiram três objetos menores em formato de disco.
Continua










